quinta-feira, 21 de abril de 2016

Petição pela Revogação dos aumentos das Propinas, Taxas e Emolumentos da Universidade Aberta

Caros colegas e demais amigos deste Blog

Mais uma luta por todos os estudantes, desta vez pela revogação do despacho que aumenta de forma gritante, chocante e mais uma vez digo que é um atentado a todos os portugueses e portuguesas que têm o direito de estudar numa universidade pública, como é o caso da Universidade Aberta.

Vamos à luta, sem medos nem receios. Precisamos de todos Vós, por isso quero pedir que assinem e divulguem a Petição. 

Juntos somos mais Fortes, não tenho dúvida nenhuma disso.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Carta Aberta a todos os estudantes da Universidade Aberta



Carta Aberta a todos os estudantes da Universidade Aberta


Caros colega,

Foi decidido, e aprovado pelo Conselho de Gestão e Conselho Geral da nossa universidade, em reunião dos passados dias 22 de fevereiro e 18 de março de 2016, respetivamente, o aumento brutal da tabela de propinas, emolumentos e taxas para o próximo ano letivo. (1)

Os números têm alguns pressupostos muito pouco realistas. Ora vejam: o acréscimo nas receitas próprias (propinas, taxas, emolumentos e outras receitas escolares), é justificado pelo Conselho de Gestão com o aumento do valor das mesmas e com o aumento do número de novos estudantes. Do lado da despesa, temos um acréscimo da rubrica de aquisição de bens e serviços e das despesas de pessoal.
Pretende-se ainda operacionalizar medidas para a cobrança de dívidas dos estudantes, decerto uma medida necessária, mas não seria mais sensato tentar perceber o que levou esses mesmos estudantes a deixar de estudar e deixar de conseguir pagar as propinas? Ou a UAb será mais um organismo a penhorar vencimentos, subsídios e a nossa casa de família, e em que tudo vale para encobrir um Orçamento elaborado com pressupostos no mínimo estranhos?

Uma frase que não é minha, mas está muito interessante e que merece a nossa atenção: “Devemos contudo advertir que frequentemente os acontecimentos futuros não ocorrem de forma esperada, pelo que os resultados reais poderão vir a ser diferentes dos previstos e as variações poderão ser materialmente relevantes”. Pois, se a receita não for a esperada podemos vir a ter um balanço desequilibrado com implicações no resultado líquido e consequências graves para a Universidade Aberta. 

Estranho, não Vos parece? Então, pressupõe-se que com o aumento das propinas, vai haver aumento do número de novos estudantes! Completamente irrealista e de dedução errada. Do lado da despesa, seria interessante perceber que investimentos se está a pensar fazer e também qual a justificação para um aumento tão elevado da rubrica de despesas de pessoal.

Mais importante que números, é importante frisar que se trata de um atentado ao nosso direito a estudar, de uma atroz injustiça para todos os que já fazem um esforço enorme para pagar as propinas na Universidade Aberta. 

O Governo de Portugal tem feito uma aposta séria na qualificação dos seus Cidadãos, e aqui em particular do Cidadão adulto. A aprendizagem ao longo da vida é uma aposta mundial, que deveria merecer uma maior atenção por parte da UAb e dos seus órgãos de gestão. Esta é a universidade que tem todas as condições para ser a base e o alicerce da formação de adultos, e também por ter a liderança no ensino à distância. 

Será este o caminho acertado para a UAb? O Governo português tem dado indicações, orientações para que as universidades portuguesas mantenham o valor das propinas ou mesmo o reduzam, se tal for possível. Parece-me que estamos no caminho inverso e errado, quem sabe a caminhar para um abismo difícil de voltar atrás.

Da minha parte lutarei com todos os meios ao meu alcance para que estas informações cheguem a quem representa os Cidadãos portugueses na Assembleia da República, e dar todos os meios para que os deputados nacionais (independentemente do seu partido) possam exercer o seu direito e nos defender. Haja quem nos defenda.

Portanto, digo-vos que da minha parte ainda existe muito para andar até ao fim deste processo.

Portimão, 12 de Abril de 2016
 
João Bárbara
Aluno nº 1401515 – curso de Educação

Carta enviada nesta data para a Comissão de Educação da Assembleia de República, nomeadamente para o seu presidente e vice-presidentes, assim como representantes de todos os grupos parlamentares com assento na referida assembleia.


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Dia Mundial da Justiça Social


A ONU reconhece este problema como universal, por isso mesmo definiu este dia como o Dia Mundial da Justiça Social. É urgente reconhecer a necessidade de promover esforços para combater a pobreza, a exclusão e o desemprego.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Dois temas, Duas opiniões diferentes!



Dois assuntos no dia de hoje e Duas opiniões pessoais diferentes

A questão da adoção por casais do mesmo sexo era um assunto que para muitos parecia insignificante, eu percebo isso, mas pensem na injustiça que era ser casado (sim, porque pessoas do mesmo sexo são casadas legalmente em Portugal) e não poder exercer o direito de adotar uma criança (direito esse que era garantido a todos os outros casais de pessoas de sexo diferente). Ainda mais importante que este direito de todos a adotar, era mesmo o direito de cada criança a ser adotado por um ou dois adultos, sejam estes que cor ou orientação sexual tenham. O direito da criança de ser adotado prevalece sobre o direito a adotar.
Felizmente que se teve o bom-senso (sem antes o nosso presidente ter feito aquela triste figura) de garantir igualdade para todos os portugueses. 
Até porque, já pensaram que um português, ou portuguesa, sozinho podia adotar uma criança mas se fosse legalmente casado com outra pessoa do mesmo sexo já não podia. Mas isto fazia sentido na cabeça de quem? Mas por este assunto, pode-se dizer que está tratado e arrumado. 
Podemos então garantir agora que foi feita justiça e que o verdadeiro superior interesse da criança será garantido.




O aborto é um assunto muito delicado e sério, não deve ser tratado com a leveza com que o fizeram. O que está em causa não é o direito da mulher em querer ou não ter um filho, mas sim o poder da vida que é dado a uma mulher.
Eu sou pela vida, e sou desde o início contra o aborto. Desde logo, é preciso percebermos de que abortos falamos. Não é um aborto de uma jovem, de uma mulher violada mas sim de uma mulher adulta e consciente dos seus atos sem proteção. 
O mesmo princípio da igualdade que referi no caso da adoção por casais do mesmo sexo, trago para esta discussão. Verifica-se no OE para 2016 que as taxas moderadoras vão manter-se, na maior parte dos atos clínicos, então porque na IVG são gratuitas? Será que o valor a cobrar era assim tão escandaloso para uma mulher? Não me parece, escandaloso é um português precisar de ir ao médico e não ter como pagar a taxa moderadora que cobram no hospital. Isso sim, é verdadeiramente escandaloso e devia ser tema de discussão em Portugal.
No caso da obrigatoriedade de consulta com psicólogo, eu até posso compreender em parte. Mas, pensem comigo, uma mulher que faz um aborto atrás de outro (e quem trabalha nesta área sabe que é verdadeiro e que acontece na realidade) não precisará de uma orientação? ou pelo menos de ser encaminhada para as consultas de planeamento familiar. Algo está errado nesta mulher.

E já agora, porque nalguns assuntos mais humanistas se que logo fazer uma referendo e depois noutros decide-se sem consultar os portugueses?

sábado, 16 de janeiro de 2016

[artigo de opinião] Por uma Escola Segura


Artigo de Opinião - "Por uma Escola Segura", da minha autoria, publicado esta semana no semanário  Barlavento

É uma opinião atual e muito pertinente, sobre um tema discutido esta semana no Parlamento português, a redução do horário de trabalho dos funcionários públicos para 35 horas. Situação que pode afetar algumas escolas, o seu funcionamento e segurança dado a redução dos funcionários em alguns períodos do dia. Se esta situação não for acompanhada da possibilidade de revisão dos recursos humanos das escolas, podemos e temos de certo algumas situações de falta de pessoal.

Podem ler no site do Jornal, ou aqui neste espaço. Deixem a Vossa opinião aqui mesmo, ou para o meu mail.

Excerto do artigo:
"Em tempos escrevi umas linhas sobre a falta de funcionários nas Escolas, o quanto isso afetava o dia-a-dia dos alunos, professores e mesmo dos já sobrecarregados funcionários. Também falei do quanto é extenuante a preocupação constante com que alguns encarregados de educação passam os seus dias, o saberem que os seus progenitores estão pela escola sem uma vigilância adequada, sem alguém a olhar por eles …
Noutro artigo de opinião, escrevi que no início do presente ano letivo, tinha sido anunciado pelo anterior governo a contratação de 2.822 novos funcionários para as escolas. Foi uma notícia eleitoralista, que em nada serviu o anterior governo, e decerto que se revelou insuficiente para as necessidades reais das escolas.
.....
Eu não discordo da medida em si, até a posso considerar legítima, mas esta tem de ser acompanhada por um aumento da possibilidade de contratação por parte das Escolas, por um aumento dos recursos humanos."

João Bárbara 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Bom Ano Novo / Happy New Year



Caros amigos e amigas,

Esta é uma época que deveria ser de alegria para todos, mas sabemos bem que tal n
​em sempre é uma realidade, continuamos a ter crianças que sofrem de maus tratos, de crianças que não têm o que comer e nem onde dormir, de crianças que sofrem, de crianças que não são crianças
.

Para aqueles meninos e meninas, que pelas mais variadas razões estão sozinhos, vai uma grande abraço e beijinho de um
​ Feliz Ano Novo​
Que o ano de 2016 Vos faça sorrir e Vos traga o que mais desejam.

Festejem a esperança, a felicidade e o Amor.

Para todos, um 
​Feliz Ano Novo
, e que no próximo ano, todos possamos cá estar e cheios de saúde.

E não se esqueçam, apaguem da Vossa vida tudo o que Vos faz mal.

Feliz Ano Novo
Happy New Year

João Bárbara

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Um Feliz Natal para todos

Caros amigos e amigas,

Esta é uma época que deveria ser de alegria para todos, mas sabemos bem que tal não é possível, pelos mais variados motivos.

Quero deixar algumas mensagens de Natal, na verdade a mensagem é só uma, mas dirigida a diferentes pessoas.

Começo inevitavelmente por quem me está mais próximo, a minha família e os meus amigos, desejando um Feliz Natal cheio de saúde e alegria.
Para quem não pode estar com os seus, que os Vossos pensamentos sejam de alegria, e que no próximo natal, possam estar de novo próximos.

Para aqueles meninos e meninas, que pelas mais variadas razões estão sozinhos, vai uma grande abraço e beijinho de uma Feliz Natal. Apesar de muito difícil, pensem sempre que pode existir uma razão para estarem onde e como estão, e que apesar de tudo, existem muitas pessoas que estão convosco no coração e na mente. 
Seria bom que todos pudessem ter saúde, família e amigos, e um sorriso na boca. 

Todos conhecemos, ou temos próximos de nós, quem precisa de ajuda, quem está necessitado de um abraço, de um beijinho, por isso, o meu desejo é que sejam solidários com o próximo.

Festejem a esperança, a felicidade e o Amor.

Para todos, um Santo Natal, e que no próximo ano, todos possamos cá estar e cheios de saúde.

Feliz Natal
Merry Christmas

João Bárbara

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

[artigo de opinião] Um telemóvel, ou O telemóvel?



Parece Brincadeira Mas É Um Assunto SérioCurta a nossa página ► Compartilhável e receba vídeos incríveis todos os dias.
Publicado por Compartilhável em Domingo, 8 de Novembro de 2015

Vídeo muito interessante, e sobre um assunto muito importante : a dependência que temos dos telemóveis, em particular quando falamos de jovens adolescentes.

Um telemóvel, ou O telemóvel ?

Este, cada vez mais pequeno aparelho chamado telemóvel, tem vindo a tornar-se um bem essencial na vida de um adolescente. Mas, não um qualquer telemóvel, mas sim aquele telemóvel.
Muitos de nós, pais e educadores, fazem uma utilização banal do seu telemóvel, usam-no para fazer e receber chamadas e para enviar alguns sms - precisamente para o que foi inicialmente criado. Mas isso mudou e muito.Ora vejamos.

É preciso que entendamos que um telemóvel para um adolescente é em primeiro lugar um meio, uma forma de socializar e muitas vezes de se inserir num grupo da escola ou apenas de alguns amigos. Não chega estar contatável para os pais, é preciso muito mais. É estar sempre online, sempre disponível para um like, sempre presente quando aquela pessoa especial mete um vídeo novo.

Qualquer telemóvel simples tem acesso imediato à internet, e isso pode levantar muitos problemas e até constrangimentos. É preciso estarmos atentos.

Desde logo, é preciso que o jovem perceba se de facto tem necessidade de ter um telemóvel? aqui levanta-se a primeira das questões e dificuldades, que é perceber qual a idade ideal para comprar um telemóvel para o seu filho(a)? e que utilização se pretende dar do mesmo?

O telemóvel tem um custo, e que esse custo não é apenas na sua compra. Durante toda a sua utilização, tem um custo, um tarifário que pode ser mais ou menos moroso, precisamente de acordo com a utilização que se pretende dar. Assim como uma má utilização pode ter um custo acrescido, e pode significar o uso desapropriado do telemóvel.

Ter um iphone, um samsung todo evoluído, pode significar status, uma posição dentro de um grupo, mas será isso por si só importante? Talvez, depende muito da idade e principalmente da maturidade do jovem. 

Podem, e devem ser definidas regras básicas para o uso do telemóvel, e quanto mais cedo melhor. O uso desenfreado e a todo o momento não deve existir, esqueçam lá o uso à mesa das refeições, a estudar ou na hora de deitar. É verdade que vão dizer-nos que os amigos não têm estas regras, o que nem sempre corresponde à realidade - a vida deve ser balanceada entre o que queremos e podemos e o que os outros querem e esperam de nós. 
Outras regras de ouro : não dar dados que os possam localizar (vários telemóveis já têm gps incorporado), assim como a não publicação ou partilha de vídeos e fotos que possam comprometer de alguma forma - e aqui não é só dos próprios, mas importante não partilhar de outros. Estas últimas regras são de extrema importância, porque facilmente podem ser ultrapassados os limites à privacidade e intimidade de cada um.

O telemóvel especial tem muito mais do que é necessário, por isso atenção ao uso do facebook, instagram, twitter .... e outros milhares de aplicações sociais e de partilha. O uso moderado só pode trazer benefícios, enquanto que o uso desenfreado vai trazer problemas.

João Bárbara


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

[artigo de opinião] A Cidadania é de todos e para todos!

Caros amigos e amigas,

Quero deixar-vos um artigo da minha opinião, da minha autoria que foi publicado hoje no Jornal Barlavento, com o título "A Cidadania é de todos e para todos!".

Pode ser lido na integra, no site do Barlavento.




A Cidadania é de todos, e para todos!

As pessoas mudam, os seus corpos mudam, as suas formas de ser e de estar mudam. Sabemos que não fomos sempre aquilo que somos hoje e devemos por isso reconhecer que a mudança faz parte de nós próprios.

Compreender esse processo de mudança é a capacidade que o ser humano tem de adaptar, de aceitar a mudança como algo positivo, como algo impulsionador da vida. A simples mudança, por vezes é entendida como a recuperação de práticas do passado. E por isso mesmo, queremos mais, queremos a rutura com situações e práticas anteriores, queremos uma verdadeira mudança para a nossa sociedade. Queremos que todos possam intervir na sociedade sem medos, sem receios, sem medo de mudar um paradigma que já se percebeu não funcionar.

Só com esta mudança será possível entendermos o significado de um verdadeiro exercício da Cidadania.

Cidadania essa que se pretende participativa, ativa, consequente, interventiva, negligente – tenho ouvido os mais diversos palavrões. O exercício da cidadania implica, por parte de cada indivíduo e daqueles com quem interage, uma tomada de consciência cuja evolução acompanha as dinâmicas de intervenção e transformação social.

É preciso que os portugueses percebam que, só sendo mais ativos e participativos, estando presentes na vida da sua comunidade, intervindo na escola dos vossos filhos, nas associações de Pais e Encarregados de Educação, nos clubes e associações locais, na área social dando minutos da vossa vida a quem mais precisa, na vida da sua cidade ou região é possível fazer mais e melhor para Portugal. Envolvermos na vida da sociedade em que estamos inseridos é só mais um exemplo do que de melhor fazemos e podemos fazer.

O passado fim-de-semana foi um bom exemplo de um ato de cidadania. Foram milhares, embora nunca os suficientes, os portugueses que deram minutos, horas, ou mesmo os dois dias ao voluntariado, em mais uma campanha de angariação de alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome. Foram dois dias intensos, posso dizer cansativos, mas que me enchem a alma e isso ninguém me tira. Agradeço em meu nome a todos os que prescindiram do seu tempo com as famílias para ajudar quem precisa, quem neste momento necessita de uma ajuda.

Quantos de nós já não foram a uma reunião da associação de pais da escola dos seus filhos e estavam presentes 4,5,6 pais! Ainda recentemente isso aconteceu numa escola de Portimão, numa secundária com mais de um milhar de alunos, em que na assembleia geral da associação de pais e encarregados de educação estavam presentes meia dúzia de pais. É verdade, e até pode parecer mentira, mas compareceram a uma convocatória feita com a devida antecedência, menos de 1% dos pais. O que significará tamanho desprendimento e desinteresse pela vida da comunidade escolar dos filhos? Será este o exemplo que queremos, e damos aos nossos filhos e filhas?

A educação para a cidadania nas escolas constitui atualmente um enorme desafio e um compromisso dos responsáveis pela formação do público escolar. Este parece ser um assunto de fácil trato, e em que existe consenso na nossa sociedade, mas isso não corresponde à realidade. O facto de existirem horas escolares para o tratamento desta temática, isso nem sempre será feito da forma mais adequada, o que pode mesmo ter um efeito contrário ao pretendido. Urge rever e reorganizar os currículos e tempos escolares, de forma que se possa tratar da educação para a cidadania como um tópico importante e não prescindível. Mas, este é um assunto com muito mais a dizer, por isso vou deixar para outro artigo, num próximo dia.

Sem dúvidas, nem receios, digam presente!

A Cidadania é de todos, e para todos!

João Bárbara

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Campanha do Banco Alimentar Contra a Fome


Caros amigos e amigas,

Vou participar em mais uma campanha do Banco Alimentar Contra a Fome, e espero assim poder ajudar mais famílias, ajudar a alimentar mais sorrisos. 

Será mais uma campanha, mas que de certeza faz a diferença para quem no próximo semestre vai usufruir destes alimentos angariados no próximo fim de semana.

Quem poder participe, quem não poder desta vez terá oportunidade na próxima. 

Ajude o próximo, Ajude quem precisa !

Abraços e Beijinhos para todos
João Bárbara