quarta-feira, 29 de julho de 2015

[artigo de opiniao] Pelo Bem Comum, pensem em Nós

Deixo-vos artigo de opinião, da minha autoria, publicado hoje no site do Região Sul. O artigo é atual e muito pertinente,não fosse este sobre a compra dos manuais escolares. É urgente que algo seja feito, é urgente que NÓS façamos algo pelas famílias, pela sociedade, pelos Cidadãos.




E começou o sufoco das famílias!

Com o aproximar do início de mais um ano letivo, rapidamente temos as famílias a pensarem como pagar todo o material escolar, todos os livros e manuais.

Todos os anos letivos inúmeros manuais mudam, e mudam, e todos fazemos a pergunta da praxe: esta situação interessa a quem?

Ao Governo?
Às Editoras?
Às Escolas?
Aos Professores?
Às Famílias?

Parece apenas interessar a um número muito reduzido de editores, que todos os anos ganham milhões e milhões de euros.

É preciso coragem dos governantes para fazer este combate em nome de todas as famílias, dos alunos, de toda a comunidade escolar. Mas, para isso, é preciso coragem e vontade política para isso – não tenho visto isso!

Estas despesas pesam demasiado no orçamento familiar, e podem mesmo chegar às largas centenas de euros.

Deixo uma proposta, uma opinião muito minha, embora saiba que é partilhada por muitos de Vós. Os manuais escolares deviam passam a ser adotados por ciclo escolar, incentivando assim a partilha entre irmãos, primos, amigos e vizinhos. Desta forma cívica, quem temais dificuldades podia recorrer aos bancos de manuais escolares usados nos municípios, ou até nas próprias escolas. De pouco serve existirem os bancos de manuais usados se depois não são os adotados pelas escolas, é uma perda de tempo e de recursos.

Fica a opinião, o apelo a quem pode, que pense mais nas famílias, que pense mais nos seus Cidadãos.

Pelo Bem Comum!
João Bárbara

Cidadão

quinta-feira, 23 de julho de 2015

A minha desfiliação e a vontade de Mudança

Entendo que hoje é o melhor dia para apresentar este conjunto de palavras. Não vai de certeza surpreender ninguém, mas com o aproximar do próximo fim de semana, entendo que devo deixar estas notas.

Tudo na vida tem um princípio e um fim. A começar logo pela própria vida, passando pelo lado sentimental da amizade e do amor e até às vezes as promessas que julgamos eternas. A política não pode, e não é exceção a uma das mais simples lei da natureza.

Enviei a minha carta de desfiliação política ao CDS, foi esta a melhor forma de cortar um 'cordão' que durava desde 13 de Março de 2008 e acabo assim com o que restava de ligação ao partido onde militei ativamente. 

Cresci neste partido, aprendi, gostei e desgostei. Conheci muitas pessoas, algumas que considero meus amigos. As razões deste meu pedido são pessoais e já foram discutidas o suficiente para ter deixado algumas marcas ... Sei que deixo amigos, e outros pouco amigos, mas a vida é feita disto mesmo - nem sempre podemos aceitar e ser aceites por todos. O importante é mantermos o respeito, e isso sempre foi o ponto principal para mim.

Os meus passos no CDS começaram por ser uma coisa natural, o poder ter opinião, tomar posição, defendê-la mesmo quando solitário. Saber de onde vimos, onde nos posicionamos e para onde vamos. Saber sempre entrar, estar e sair. É o mais natural. Para simples, mas é tudo menos isso.

Participei em campanhas, movimentos, lutas e reuniões. Não fugi a nada, andar pelas ruas em campanha, a colar cartazes, a pendurar pendões, a envergar uma camisola aprendendo a não ter vergonha nem medo de o fazer. É verdade que entrei no partido numa altura de abertura à sociedade, e optei por sair numa altura em que acho que essa mesma abertura mudou - pode ser problema de falta de democracia interna no CDS, em que nem tudo é claro e às claras - estava então na altura de sair e de virar a página para um novo capítulo. 

Obrigado a todos, FUI !

Mudança, palavra esta que sempre criou um mal estar, embora não perceba muito bem porquê.

Sempre cultivei que não basta ter uma posição: é preciso defendê-la, vivê-la, habitá-la. No fundo, ser Cidadão, que o voto é um direito obrigatório, que somos responsáveis por Nós e pelos outros. A política começa na porta da rua, no vizinho, no amor à terra onde nos enraizamos. E que daí, à região ou à nação é apenas uma questão de tempo e de dimensão.

E, contrariamente ao que alguns dizem e pensam, encontrei no NÓS CIDADÃOS o espaço, o grupo, o movimento que procurava sem o saber. Um grupo onde a democracia é uma realidade, onde existe apenas um grupo de Cidadãos que defende, com unhas e dentes, os interesses da nossa sociedade e dos seus Cidadãos. Não existe essa coisa da direita e da esquerda, mas sim um conjunto de idéias para melhorar e ajudar Portugal.

Vou integrar o NÓS CIDADÃOS de coração, convicto das palavras do Manisfesto de Lista A, que subscrevo na integra. Sabe bem integrar um partido que quer trabalhar para o bem comum, servir Portugal e não servir-se, que quer lutar pelas pessoas e com as pessoas e sobretudo dá voz a uma verdadeira Cidadania de quem não se revê nos partidos existentes. 


A todos: seguimos na vida e procuramos sempre o que pensamos ser melhor para Nós.

terça-feira, 14 de julho de 2015

[artigo de opinião] Tens menos de 18 anos, não podes beber e ponto final

Caros amigos e amigas,

Deixo link para artigo de opinião, da minha autoria, publicado hoje no site do Região Sul. É um assunto recente, e mesmo assim já com vários problemas - a Lei que proíbe menores de 18 anos de consumirem álcool.

artigo : http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=154176#

Quando a nova Lei que proíbe a venda e consumo de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos, logo pensei que seria mais uma para encher o livro e nada mais do que isso.

Infelizmente, e passados 13 dias parece-me que isso é mesmo a realidade- não existe fiscalização e onde existe é pontual e inconsequente. Basta visitar os locais de diversão noturna no Algarve – e no resto do País o cenário é igual ou ainda pior – para vermos in loco menores de idade, muitos destes e destas, com menos de 16 anos, a consumirem shots, sangrias e outros, completamente à vista de todos os fiscais que queiram aparecer por cá.

É preciso fiscalização, porque por vezes a consciência de quem vende, vê mais alto os números e o dinheiro que podem fazer, sem se preocuparem com a Lei.

Não podemos atribuir toda a responsabilidade aos proprietários e gestores dos estabelecimentos de diversão noturna, quando os Pais e Educadores não conseguem incutir aos seus filhos uma atitude responsável. Basta andar um pouco pela noite para vermos o que não queremos e o que esperamos nunca ver nos nossos filhos e filhas. Também é preciso perceber por onde andam, o ambiente que frequentam e sobretudo perceberem onde não devem entrar.

É normal que os jovens queiram experimentar algo que ainda é novo para eles, mas já não será normal o beber até cair, até ficar em coma alcoólico ou até ao ponto de não se lembrarem sequer do que aconteceu.

Fiscalização de quem tem essa obrigação,
Não beber se tens menos de 18 anos,
Não vender a quem tem menos de 18 anos.

Parece simples, mas é tudo menos simples.

Mas para os menores de 18 anos fica a mensagem, se tens menos de 18 anos não podes beber bebidas alcoólicas e ponto final.


João Bárbara

sexta-feira, 3 de julho de 2015

[a minha opinião conta] Sou pela Vida e pelo Sim às taxas moderadoras na IVG

(imagem do google.pt)

Já o tinha dito, não é novidade para ninguém, Sou pela Vida ! Assumo-o sem problemas nem preconceitos. Não sou contra as mulheres e muito menos contra os direitos destas !

Sou a favor da alteração da Lei do aborto, agora proposto em Assembleia da República. Até tive oportunidade de ouvir a deputada do PS e do BE sobre este assunto, ouvi falar de que agora vão surgir de novo as IVG ilegais, que as mulheres estão a perder os seus direitos, e muito mais, mas mesmo assim continuo a ser a favor da introdução de taxas moderadoras na IVG.

Logo, não percebo porque era gratuito, qualquer Cidadão paga por todo e qualquer serviço no SNS, porque na IVG é diferente ? 
Sou a favor sim, que nos casos de carência econômica possa ser tendencialmente gratuito. Não, porque ache que os menos afortunados possam fazer e os mais afortunados não o possam fazer. Mas sim, porque já basta a vida que têm, quanto mais a colocarem mais um ser no mundo. Sim, porque esses que não têm como pagar as taxas moderadoras, também não têm como pagar uma IVG ilegal, ou estarei enganado que uma IVG ilegal é mais cara que as taxas moderadoras agora propostas ?
E claro, ressalvando sempre as situações já previstas na Lei, e por isso mesmo, exceções a esta mesma Lei.

Já li quem diga que não está disposto a pagar com os seus impostos as IVG, outros que não estão para pagar os devaneios de umas e outras, enfim, não sou tão extremista, mas mesmo assim, continuo a ser a favor do sim nesta proposta de Lei.

E que tal uma nova política de Educação Sexual para os portugueses. Campanhas de sensibilização para todos, não só nas escolas, mas também para os adultos. Campanhas de distribuição gratuita de contraceptivos, como os utilizar, como os obter e principalmente porque assim se evitam as tais IVG´s e as doenças sexualmente transmitidas.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/taxas-moderadoras-na-ivg-1700877

quinta-feira, 2 de julho de 2015

[a minha opinião conta] Consulta Pública do documento de Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-Estar



Consulta Pública do documento de Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-Estar


Até ao próximo dia 15 de Julho, está em discussão pública, o documento de estratégia nacional para a Promoçãoda Atividade Física, da Saúde e do Bem-Estar – pouco tempo para um documento de tamanha importância na vida, na saúde e no bem-estar de todos os portugueses, adultos e jovens.

Com este documento, pretende-se combater a inatividade física, conseguindo desta forma melhorar a nossa condição física, saúde e bem-estar.

Li o documento, e fiz as minhas propostas, que quero aqui partilhar de forma sucinta e muito breve.
Desde logo, a necessidade de consciencialização por parte das empresas, e associações empresarias, para a importância da atividade física por parte dos seus funcionários. A começar na necessidade de horários compatíveis com uma vida física ativa, com a possibilidade de utilização de espaços desportivos próprios, ou em ginásios e clubes com acordos com as empresas.

Por parte dos organismos públicos, em particular autarquias, uma maior interação com os clubes e associações desportivas locais.

A utilização dos técnicos municipais para atividades físicas ao ar livre, ou em espaços desportivos locais – desenvolvimento de programas de ocupação dos tempos livres dos jovens e menos jovens, ou mesmo programas de férias desportivas sem encargos para o orçamento familiar.

A otimização dos espaços públicos existentes (campos de futebol ou ténis municipais, pavilhões escolares ou municipais e piscinas municipais), mesmo que estes estejam a ser explorados em exclusivo por algum clube ou associação. Torna-se necessário contratos programas dessa mesma exploração que possibilitem à população a sua utilização em partes do dia, ou mesmo em dias específicos, sem qualquer encargo – parece-me inconcebível que os espaços públicos não possam ser utilizados livremente (com as devidas restrições de número e condição física de cada pessoa) pelo menos em partes do dia e da semana.

Contratualizar com outros clubes e associações desportivas a possibilidade de utilização dos seus espaços próprios.

A nível escolar, torna-se imprescindível que, de uma vez por todas, se dê a devida importância ao desporto escolar, seu desenvolvimento e imputação de recursos a nível de escola. Aumentar o número de horas e de projetos dentro e fora da escola. Aceitar o desporto escolar como uma atividade que vai trazer mais saúde e bem-estar a todos os jovens, e por isso mesmo insubstituível por outra qualquer atividade escolar.

Criação, e sua implementação e divulgação, de programas de utilização de bicicletas e outros para a deslocação casa-escola-casa. Não esquecer da devida necessidade da criação de espaços próprios para o acondicionamento das bicicletas, principalmente de segurança. Ainda neste âmbito, verificar da necessidade de que os seguros escolares possam ser alargados e abranger esta mesma deslocação, no seu trajeto habitual.

Abraço

João Bárbara

sábado, 20 de junho de 2015

[a minha opinião conta] o direito à água, de todos para todos




Este é um assunto que deveria de merecer da nossa parte uma reflexão séria e urgente. Estamos a falar de algo que é do mais básico que existe na nossa vida - o acesso gratuito e incondicional à água.

A água é um bem essencial para a vida humana, para a saúde básica e para a nossa sobrevivência. Mesmo assim, enfrentamos atualmente, e diariamente, uma situação de emergência, em que milhões de pessoas carecem deste bem essencial. A falta de acesso à água, e ao saneamento adequado é das principais causas de doenças.

A água é uma condição prévia de todos os seres humanos. As Nações Unidas, declararam que o acesso a quantidades suficientes de água limpa para uso pessoal e doméstico é um direito fundamental de todos os seres humanos - "o direito humano á água é indispensável para a vida com dignidade humana. É um pré-requisito para a realização de outros direitos humanos" [ONU, 2002].

Agora, será que com a privatização do setor da água, se consegue garantir o acesso a este direito universal ?

Tenho muitas dúvidas, e neste sentido, sou mesmo contra tudo o que seja privatizar a água e o saneamento básico. Temos de nos 'bater' e não deixar que isso venha a ser uma realidade, o Estado tem de conseguir garantir este gestão. 
Sabemos que não é tarefa fácil, os interesses são muitos, o desperdício também, mas tem de ser garantido. 
Até podíamos ir mais longe, porque não o acesso tendencialmente gratuito á água ? já que temos escalões, que o primeiro escalão fosse considerado o essencial e a quantidade suficiente e, a partir dessa base se pagaria o restante gasto de água. Quem sabe um dia ...
Neste momento o que acontece em muitos municípios é que parte da população (não vou aqui discutir esta parte, mas sabe-se desde logo que sou completamente contra que uns a tenham mais barata que outros). Não contra a tarifa social para as famílias que desta usufruem, mas sim para aqueles que apenas pela sua profissão ou posição a têm mais barata.

Durante o presente mandato do Governo já se falou por diversas vezes neste assunto, o Governo sempre o negou, mas espero que não seja o prenúncio de nada. Onde há fumo, há fogo "

Contra, sempre Contra a privatização da água

segunda-feira, 1 de junho de 2015

[por Portimão e pelos portimonenses] E finalmente a permuta está aprovada !

(imagem do Folha do Domingo)

No passado dia 27, finalmente a Assembleia Municipal de Portimão aprovou a permuta do antigo edifício da CCAM com um terreno da paróquia. 

Foi um processo nem sempre fácil, que infelizmente não levou a uma aprovação unânime dos deputados municipais presentes, mas está aprovado que é o que interessa.

Quero felicitar o Padre Mário, assim como todas as Instituições e pessoas envolvidas envolvidas. Que continuem a realizar o Vosso trabalho da forma dedicada e sempre solidária que o fazem. Os portugueses, e os portimonenses em particular, precisam sempre de pessoas assim.

sábado, 23 de maio de 2015

[artigo de opinião] É preciso agir para apagar o bullying da nossa sociedade


Artigo de opinião, da minha autoria, publicado no site do Região Sul 




"Não é uma brincadeira. Não é uma boca para o ar. É uma repetição, uma espécie de rotina.", Tânia Paias (2014) no prólogo do seu livro "Tenho medo de ir à escola".

A violência entre pares é uma realidade, que muitas vezes esquecida e ignorada. Porque será que agora os jovens acham normal estas situações?

Nas últimas semanas assistimos a um aumento da exposição pública de situações degradantes e de humilhação gratuita por parte de jovens. Digo que é um aumento da exposição, porque a situação é grave, mas não é nova. Sempre houve situações de agressão, de conflito, que agora apelidamos de bullying, mas será que não havia mais predisposição dos jovens de antigamente para lidar com estas situações?

Não chega falar, debater, discutir, sobretudo é preciso agir - agir junto de toda a comunidade escolar: alunos, professores, funcionários e pais. Todos nós temos a responsabilidade de agir, não ser um sujeito passivo perante estas situações, perante o que assistimos ou sabemos.

Tenho a certeza que as situações que assistimos nos preocupam, nem que seja pelo receio que isso nos possa acontecer. Nem sempre as crianças e jovens se conseguem defender das situações de bullying, quer seja agressão física, como psicológica. Até porque com o novo conceito de cyber bullying a entrar nas nossas casas, a exposição pública, a que nós, e em especial as crianças e jovens ficaram, é demonstrativo do que pode acontecer. 

Apesar de ser um problema em grande parte na escola, não é exclusivo desta, é um problema que passa para a sociedade, é um problema de todos nós.
Não podemos, e sobretudo não devemos esperar mais, nem aguardar para ver o que acontece - está na altura de agir.
Portugal tem de ter a vontade e coragem política, e também cívica, para avançar para um plano de combate ao bullying. É algo que tem sido defendido por inúmeros especialistas nesta área, aqui quero destacar Luis Fernandes, autor do livro "Plano Bullying : como apagar o bullying da escola". Para este especialista é para ontem a implementação do Plano Nacional de Combate ao Bullying – eu estou com ele, e vocês?

Vamos todos começar a exercer a nossa cidadania, e estar atentos.

Vamos todos ajudar, e contribuir para apagar o bullying das nossas escolas e da nossa sociedade.

João Bárbara

UNICEF “Teaching and Learning about Child Rights: A study of implementation in 26 countries”


E como os direitos humanos, em particular os direitos das crianças e jovens, continua e está sempre no topo das minhas preocupações, aqui fica um estudo da UNICEF. Muito atual e atualizado, mesmo que assistamos diariamente ao incumprimento destes mesmo direitos das crianças e jovens.

Tive oportunidade de ler parte deste estudo, não na totalidade, pela sua extensão, mas que considero muito interessante. Aconselho a leitura, está em inglês.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Campanha da APAV



Campanha da APAV, para a sensibilização sobre o flagelo da violência doméstica

Assunto que deve estar sempre em cima da nossa mesa, e em especial presente nas nossas ações e sentimentos.

A APAV lançou um catálogo, muito interessante pela sua forma de fácil leitura e sobretudo muito apelativo ao olhar e á leitura. Parece um catálogo de uma qualquer loja de mobiliário e decoração, mas que nos pretende alertar para o que se passa dentro das nossas casas, e que por vezes é escondido da sociedade.

Este catálogo está disponivel no site da APAV, e pretende-se que seja divulgado em espaços como este meu blog e facebook.
A partilha é importante para relembrar a todos que podemos ter este flagelo da violência doméstica, muito perto de nós. Também nos permite perceber como agir, e para quem ligar, a alertar sobre situações de violência doméstica.