Pinto da Costa agredido á porta do Hotel em Lisboa
Espero que não seja um (mau) indício relativamente ao ambiente no qual se vai desenvolver o jogo daqui a pouco: Pinto da Costa vítima de tentativa de agressão Ambiente muito complicado na partida da comitiva do F.C. Porto para o Estádio da Luz. Jorge Nuno Pinto da Costa saía da unidade hoteleira em direcção do autocarro, num percurso de poucas dezenas de metros, quando foi abordado de forma agressiva por cinco adeptos. Um desses indivíduos chegou muito perto do presidente dos azuis e brancos, insultou-o e encostou-se mesmo a Pinto da Costa, obrigando o dirigente a parar.
Mais uma vez, se percebeu que em Lisboa os portistas não estão totalmente seguros. E depois queixam-se de apanhar quando vão ao Porto !!!!
Mais uma vez, se percebeu que em Lisboa os portistas não estão totalmente seguros. E depois queixam-se de apanhar quando vão ao Porto !!!!

Comentários
Será que os tugas conseguiriam ultrapassar os tabus instalados e ousar com beleza e arte?
Sim, porque o corpo e do feminino falamos, é uma arte.
Os editores tinham (e têm) uma responsabilidade histórica: primeiro lançamento da "Playboy" em Portugal.
Não conseguiram… não conseguiram…
Primeiro pela escolha, porque a Mónica Sofia de beleza… deixa muito a desejar, muito menos seria fotogénica. Tentaram alterar a pose da modelo e foi um desastre: o pescoço ficou desalinhado com os ombros, a cabeça puxada para a frente.
O editor da revista e o da capa, bem deviam ser responsabilizados por este aborto...
Mas ela lá ganhou as parcas moeditas que lhe deram, nem terá discutido, pelo contrário até se terá reverenciado por tanto que recebeu e não imaginava.
Perderam uma oportunidade de inovar. Não souberam, sem criatividade o destino será o medianismo saloio… para saloio comprar (que os saloios não se ofendam...).
Só pela capa, sejamos realistas por esta constatação: ela até parece ser corcunda, com aquela pose dos ombros puxados para a frente, para o cabelo encobrir as mamas bem descaídas…
E dentro da revista, ver o quê lá dentro?!...
Existe alguma arte nas suas poses vulgares?!. Ela não valeu os trinta mil que dizem recebeu...
Por favor, de novo, sejamos realistas e compare-se à revista brasileira, para não falar da italiana ou outra, mas a brasileira onde encontramos o corpo feminino exposto com o esplendor da sua arte bela e e sensual…
Sinceramente, a revista não vale os cerca de quatro euros, são mal empregues, ela é um bluff completo.
A Mónica, tal como as outras que se encontram dentro, mais parecem saídas da Polinésia… perdoem-me as polinésias.
Arte e ero, onde estão?!…
Não temos criadores de arte. Para além de termos pudor no ar, ai que parece mal… muito protagonismo em querermos fazer igual, colocamo-nos em bicos de pés e acabamos por cair de joelhos… humilhados.
As nossas puritanas desta geração moranguito e as nossas tias estoril-cascais, que se expõem para o tostão comissionário e a foto no vinte e quatro, fazem gala com esta mediana revisteca de bairro que se quer chegar à melhor do mundo, a brasileira. Esta sim, com mulheres lindas e desinibidas de preconceitos, que fazem do seu corpo uma arte de beleza pura de sonhar, imaginar e amar…
Destas Mónicas… há muitas! Por menos fariam muito melhor.
Convenhamos, em nome da arte, esta modelo é de uma pobreza de corpo, sem rosto, sem perna nem anca curvilínea de beleza e com arte ero, ela aparece tipo corcunda… mas aceite para o primeiro número, talvez porque o tal editor de capa gosta de mulheres de mamas caídas a dar-lhe gozo meio escondidas por cabelos longos mal-tratados e/ ou com (no interior) puxamamas-paracima barato...
Temos mulheres portuguesas mais lindas e mais belas, de corpo mais lindo e mais perfeito, com verdadeira arte sensual. Na realidade, merecíamos muito melhor.
Merecíamos muito mais e melhor… à portuguesa.
A modelo até é engraçada, mas falta qualquer coisa.