sexta-feira, 27 de março de 2009

1ª edição Playboy portuguesa

2 comentários:

Anónimo disse...

Aguardei serenamente e expectante.
Será que os tugas conseguiriam ultrapassar os tabus instalados e ousar com beleza e arte?
Sim, porque o corpo e do feminino falamos, é uma arte.
Os editores tinham (e têm) uma responsabilidade histórica: primeiro lançamento da "Playboy" em Portugal.
Não conseguiram… não conseguiram…
Primeiro pela escolha, porque a Mónica Sofia de beleza… deixa muito a desejar, muito menos seria fotogénica. Tentaram alterar a pose da modelo e foi um desastre: o pescoço ficou desalinhado com os ombros, a cabeça puxada para a frente.
O editor da revista e o da capa, bem deviam ser responsabilizados por este aborto...
Mas ela lá ganhou as parcas moeditas que lhe deram, nem terá discutido, pelo contrário até se terá reverenciado por tanto que recebeu e não imaginava.
Perderam uma oportunidade de inovar. Não souberam, sem criatividade o destino será o medianismo saloio… para saloio comprar (que os saloios não se ofendam...).
Só pela capa, sejamos realistas por esta constatação: ela até parece ser corcunda, com aquela pose dos ombros puxados para a frente, para o cabelo encobrir as mamas bem descaídas…
E dentro da revista, ver o quê lá dentro?!...
Existe alguma arte nas suas poses vulgares?!. Ela não valeu os trinta mil que dizem recebeu...
Por favor, de novo, sejamos realistas e compare-se à revista brasileira, para não falar da italiana ou outra, mas a brasileira onde encontramos o corpo feminino exposto com o esplendor da sua arte bela e e sensual…
Sinceramente, a revista não vale os cerca de quatro euros, são mal empregues, ela é um bluff completo.
A Mónica, tal como as outras que se encontram dentro, mais parecem saídas da Polinésia… perdoem-me as polinésias.
Arte e ero, onde estão?!…
Não temos criadores de arte. Para além de termos pudor no ar, ai que parece mal… muito protagonismo em querermos fazer igual, colocamo-nos em bicos de pés e acabamos por cair de joelhos… humilhados.
As nossas puritanas desta geração moranguito e as nossas tias estoril-cascais, que se expõem para o tostão comissionário e a foto no vinte e quatro, fazem gala com esta mediana revisteca de bairro que se quer chegar à melhor do mundo, a brasileira. Esta sim, com mulheres lindas e desinibidas de preconceitos, que fazem do seu corpo uma arte de beleza pura de sonhar, imaginar e amar…
Destas Mónicas… há muitas! Por menos fariam muito melhor.
Convenhamos, em nome da arte, esta modelo é de uma pobreza de corpo, sem rosto, sem perna nem anca curvilínea de beleza e com arte ero, ela aparece tipo corcunda… mas aceite para o primeiro número, talvez porque o tal editor de capa gosta de mulheres de mamas caídas a dar-lhe gozo meio escondidas por cabelos longos mal-tratados e/ ou com (no interior) puxamamas-paracima barato...
Temos mulheres portuguesas mais lindas e mais belas, de corpo mais lindo e mais perfeito, com verdadeira arte sensual. Na realidade, merecíamos muito melhor.
Merecíamos muito mais e melhor… à portuguesa.

João Bárbara disse...

Pelo que ouvi, porque não tive oportunidade de ver a revista, as poses eram muito pouco ousadas.

A modelo até é engraçada, mas falta qualquer coisa.