sábado, 27 de junho de 2009

Experiência de CouchSurfing ia correndo mal para português

Eu não conhecia esta forma de viajar, ou melhor, forma de estadia em que se pode ficar num sofá de alguém que não conhecemos de lado nenhum, melhor ainda sem pagar nada.

Houve um português que teve uma experiência de couchsurfing aterradora.

A funcionar na Internet, a comunidade 'couchsurfing' põe em contacto viajantes, que só pedem um sofá para poupar dinheiro nas dormidas, e anfitriões dispostos a abrir as portas das suas casas a custo zero para conhecer novas pessoas.

O jovem aventureiro contou à Lusa a experiência «mais aterradora e desesperadora» que viveu nos Estados Unidos da América em casa de uma mulher, de 32 anos, que o acolheu como se fossem familiares no dia em que chegou a Queens, Nova Iorque.

o contrário da primeira, a segunda noite não correu muito bem, porque, segundo contou Miguel, depois de um jantar organizado pela dona da casa, onde estiveram presentes alguns amigos dela, começou a sentir-se «estranho».

Uma conversa entre os presentes e a sorte de ser português e, por isso, perceber espanhol, permitiu compreender o «destino» que lhe estava traçado. «A dona da casa começou a falar em espanhol com o amigo, pensando que eu não iria perceber, mas felizmente percebi o essencial. Senti-me estranho depois do jantar porque fui drogado pela bebida e pelo prato de massa», contou. A questão «quantas gramas de cocaína utilizaste?» aterrorizou o jovem, que se dirigiu de imediato à casa de banho, sem saber bem como sair dali. O verdadeiro objectivo seria drogá-lo e violá-lo, segundo compreendeu com a continuação da conversa. No fim da noite, Miguel conseguiu sair de casa sem que os presentes se apercebessem e só voltou para recuperar a sua bagagem quando se certificou que a sua anfitriã estava sozinha.

No entanto nem todas as experiências correm mal. Visitem o Site CouchSurfing e tirem as Vossas conclusões.

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