sábado, 30 de abril de 2011

Polénes e alergias


Na Primavera, as pessoas com alergias aos pólenes começam a sentir os seus efeitos, surgem espirros, comichão e pingo no nariz, lacrimejo e olhos vermelhos e por vezes tosse, falta de ar, aperto no peito e pieira.
“Infelizmente, muitos destes sintomas são pouco valorizados, quer nos adultos, quer nas crianças, principalmente quando se prolongam ao longo de dias ou semanas ou quando se tornam crónicos”, alerta João Fonseca, Coordenador das Unidades de Imuno-Alergologia do institutocuf e hospitalcuf porto.

Nesta altura do ano, a principal causa de alergia aos pólenes são as gramíneas (fenos). “As concentrações dos pólenes existentes no ar dependem da época de polinização, coincidindo para a maioria das plantas com a Primavera, pois ocorre uma subida da temperatura”, explica o também vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica, que recomenda “os doentes alérgicos a pólenes devem consultar o Boletim Polínico, através do site www.spaic.pt , disponível todo o ano”.

Para reduzir o contacto com um pólen específico a que seja alérgico, as actividades ao ar livre devem ser realizadas logo pela manhã; da mesma forma abrir as janelas de casa para arejar é preferível de manhã, quando a quantidade de pólenes na atmosfera é menor. Usar óculos de sol também ajuda a evitar o contacto directo com os pólenes.

A alergia é uma resposta exagerada do sistema de defesas do corpo humano a uma substância presente no ambiente, que por si só não seria uma agressão para o organismo.

Adaptado de www.cienciapt.net

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