sábado, 31 de março de 2012

A Hora do Planeta - 31 de março



(noticia do Económico)
A Hora do Planeta, que se repete a 31 de março, já tem 60 cidades portuguesas a aderir à proposta de apagar as luzes durante uma hora em defesa da natureza, que pela primeira vez vai estender-se Estação Espacial Internacional.
Vamos todos "apagar a luz" às 20:30 do último dia de março.
As localidades a aderir distribuem-se por todo o país e entre elas estão Lisboa, Faro, Ribeira Grande, Grândola, Viseu, Leiria, Ponta Delgada e Funchal.
Na lista de 40 monumentos emblemáticos nacionais que estarão "às escuras" incluem-se o Cristo Rei, Ponte 25 de Abril, Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Santuário dos Remédios, em Lamego, Mosteiro do Landim, Castelos do Pinhel, Igreja Matriz, em Fafe, Castelo de Leiria, Ponte de S. Gonçalo, em Amarante, o Museu Marquês de Pombal, em Pombal, o Mosteiro de S. Miguel de Refojos, em Cabeceiras de Basto, o Castelo de Campo Maior ou as Muralhas de Serpa.
Outras iniciativas juntam-se ao apagar das luzes, como acender "uma vela pelo teu Planeta", em Lisboa, uma caminhada com candeias a azeite, em Góis, ou um jantar à luz de velas, em Cascais.
Outros desafios estão associados à Hora do Planeta, como "Eu faço se tu fizeres", durante o qual a atriz Sandra Cóias promete nunca mais voltar a usar sacos de plástico e a cantora Rita Guerra não demorar mais do que cinco minutos a tomar duche, desafiando os seus fãs a fazerem o mesmo.
A nível internacional, "enquanto o planeta enfrenta os desafios mais importantes da história e a nossa viagem em direção à sustentabilidade desacelera, a Hora do Planeta vai do espaço até à Suazilândia, espalhando a mensagem de que é urgente tomar medidas pelo ambiente", salienta a WWF.
Pela primeira vez, a Hora do Planeta vai estender-se à Estação Espacial Internacional, onde o astronauta e um dos embaixadores da iniciativa André Kuipers vai estar a vigiar o planeta, quando as luzes se desligarem a 31 de março e vai partilhar as fotos e comentários ao vivo sobre a sua experiência através da Agência Espacial Europeia.
A população humana está a consumir os recursos a um ritmo superior àquele que os ecossistemas precisam para regenerar-se e usa atualmente o equivalente a 1,5 planetas para sustentar as suas atividades.
O gelo a derreter no Árctico, "um iminente desastre" provocado pela desflorestação na Amazónia, a destruição da Grande Barreira de Corais ou a fome no Corno de África são exemplos de consequências apontados pela WWF.

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