Para quando um "Pulmão da Cidade de Portimão"?

 

(créditos da imagem: Jornal Barlavento)

A linda cidade de Portimão, com as suas magníficas praias, parca por uma quase total ausência de espaços verdes.

Quando fazemos uma procura simples no motor de busca, Google, é-nos fácil perceber o tão débil é este investimento municipal. Os jardins Bivar, 1º de dezembro, "espaços verdes" das avenidas e o Parque da Juventude. 

A requalificação do Parque da Juventude, com as suas 10 novidades, foi anunciado em setembro 2020, estando ainda por concretizar. O maior espaço verde da cidade de Portimão, por si só, não é de todo suficiente para o que se pode chamar de "Parque da Cidade" ou "Pulmão da Cidade". É preciso mais, sobretudo é preciso concretização das inúmeras promessas eleitorais do PS Portimão.

Quem não se lembra daquele, que seria talvez o projeto, que englobava no mesmo espaço, o desporto, lazer, habitação, comércio e espaços verdes. Falo do tal "Complexo Desportivo de Portimão", que ainda hoje está por esclarecer os moldes que levaram á desgraça deste projeto. 

Mais recentemente, e concretamente em julho 2018, a autarquia anunciou a criação de um corredor verde com 80 hectares. Até aqui tudo bom e positivo para os portimonenses, o problema é que projeto atrás de projeto, não passa do papel e de campanha eleitoral.

No dia em que se celebra a Arvore e a Floresta, fica-me uma interrogação: será que o próximo mandato traz aos portimonenses, um Parque Verde da Cidade? 

Urge para Portimão, e para os portimonenses, ter um "Pulmão da Cidade de Portimão".

Convém relembrar que o objetivo da comemoração deste dia, é sensibilizar a população mundial para a importância da preservação das arvores, quer ao nível do equilíbrio ambiental ecológico, como da própria qualidade de vida dos cidadãos. 

Estima-se que 1.000 árvores adultas possam absorver cerca de 6.000kg de dióxido de carbono.

Também importa perceber um pouco do começo da celebração deste dia. O Dia Mundial da Árvore começou a 410 abri de 1872, no Nebraska (EUA), sendo o seu mentor, o jornalísta Julius Morton. 

Em Portugal, este dia começou a celebrar-se a 9 março de 1913, com mais ênfase na floresta, a partir de 21 março de 1972.

@joaobarbara

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